Circuncisão não é obrigação médica, diz médico, e o benefício é bem mais modesto do que parece
Um vídeo no Instagram reabre a discussão sobre cortar ou não o prepúcio do bebê, e a resposta tem asterisco.

Um vídeo publicado em 25 de outubro de 2026 na conta do médico Sermed Mezher no Instagram reabre uma pergunta delicada: vale circuncisar o bebê? A resposta dele é direta: medicamente, não é uma obrigação sistemática, a escolha dos pais costuma misturar saúde, história familiar, cultura e religião.
Os benefícios existem, mas são modestos: a circuncisão reduz o risco de infecção urinária na primeira infância, sobretudo em bebês com fator de risco, num saudável, o ganho é pequeno. Nem todo prepúcio que não retrai é fimose: sem dor ou infecção, não há indicação cirúrgica imediata. A saúde francesa ainda avisa que forçar a retração pode causar dor, lesões e cicatrizes.