CIDH chama Venezuela, Cuba, Nicarágua e El Salvador pra mesma pauta, e antes avisa que não é julgamento
A 197ª sessão da Comissão abriu no Panamá com temas que fere onde dói, e o próprio presidente já deixou claro que ali ninguém é condenado.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos abriu esta segunda-feira, no Panamá, sua 197ª sessão, com pauta que aborda mais de uma dezena de países. Na lista: liberdade religiosa na Nicarágua, presos sob estado de exceção em El Salvador, pena de morte em Cuba e controle digital do espaço cívico na Venezuela.
O chanceler panamenho, Javier Martínez-Acha Vásquez, dedicou parte da fala à migração irregular e à soberania nacional. O presidente da Comissão, Edgar Ralón Orellana, expressou solidariedade às vítimas do recente terremoto no Panamá e foi categórico: “Não são um julgamento, nem um instrumento para atribuir responsabilidade a nenhum Estado. São, sobretudo, um exercício de escuta.”