China quer proteger empregos da IA depois de criar 56 mil fábricas inteligentes
Além do medo do desemprego, Pequim também quer frear deepfakes, vício em chatbot e dependência emocional de máquina.

O vice-diretor do Departamento de Inovação e Alta Tecnologia da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, Wang Ruomeng, disse que o governo vai intensificar o monitoramento dos riscos de substituição de empregos pela inteligência artificial e ajustar o sistema de proteção social às mudanças no mundo do trabalho.
Na mesma coletiva, Wang falou em combater crimes cometidos com IA, rastrear abusos e proteger idosos e crianças de deepfakes. Ao mesmo tempo, destacou que a China já tem mais de 56 mil fábricas inteligentes e segue expandindo o uso de IA em indústria, agricultura e serviços.