China divide o acesso à sua IA: usar online pode, tirar o modelo de casa não
O projeto de regras solto em 16 de outubro separa quem só consome o serviço de quem quer levar os arquivos para casa.

A China divulgou em 16 de outubro um projeto de regras de exportação que faz uma linha bem fina no setor de inteligência artificial: de um lado, clientes estrangeiros que usam serviços de IA chinesas; do outro, empresas que querem obter os modelos, os dados ou a especialização necessária para operá-los ou reproduzi-los sozinhas.
Na prática, Pequim quer abrir o balcão de uso e trancar o balcão de réplica: dá para consumir o serviço à distância, mas o pacote com os ingredientes não sai do país sem autorização. Um jeito elegante de dizer que a coroa da IA chinesa viaja em cadeado.