Chatbot planejou a trilha, trilheiros apagaram o cérebro e a montanha fez o resto
Resgates nos parques dos EUA revelam o custo de trocar juízo por sugestão de IA, e o Google Maps continua no pacote de confusão.

Três jovens de 20 anos que escalaram o Monte Shasta, na Califórnia, admitiram que o chatbot Gemini da Google foi parte do planejamento. Sem comida suficiente, com a forma física superestimada e sem retornar quando o sol já caía, chegaram ao topo às 19h30 e desceram no escuro. Pela manhã, perdidos e com um joelho machucado, pediram resgate.
Não foi isolado: uma visitante armou barraca perto de placa de proibido acampar porque a IA disse que podia. No Grand Teton, a fatia de visitantes que usa IA saltou de 0% para 26% em um ano, mas veteranos de resgate lembram que já foi Instagram e Google Maps causando encrenca. Chamados de resgate no Wyoming, porém, caíram em 2026.