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Chanceler corta a conta de energia, cobra dos bancos e jura que é “disciplina fiscal”

Orçamento britânico 2026 promete alívio nas contas de luz com um tributo sobre lucros bancários, e a discussão é se isso é mudança de verdade ou remendo de sempre

Por Sebastião Moreira ·

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Chanceler corta a conta de energia, cobra dos bancos e jura que é “disciplina fiscal”
Imagem: Richard Townshend · CC BY 3.0 · Wikimedia Commons

O chanceler britânico John Healey apresentou o Orçamento 2026, o primeiro do governo de Andy Burnham, com medidas para reduzir as contas de energia financiadas por um imposto sobre os lucros extraordinários dos bancos. Healey classificou a proposta como “um orçamento construído sobre disciplina fiscal”, preparado para as “tempestades econômicas globais” que pressionam os preços de energia.

A discussão entre economistas é se o imposto sobre bancos, abaixo do esperado, representa uma ruptura com o passado ou apenas mais um ajuste fino de um chanceler preso às próprias regras fiscais. Repórteres de economia britânicas passaram a responder perguntas do público sobre o impacto do orçamento no bolso e no país.