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Política · Eleições

Centrais sindicais: sem ônibus no segundo turno, a democracia corre risco

A nota de sete centrais chama de “nefasto” o que os eleitores chamaram de fila na parada de ônibus neste domingo.

Por Heitor Valadares ·

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Centrais sindicais: sem ônibus no segundo turno, a democracia corre risco
Imagem: Reprodução/Folha

Sete centrais sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e Pública) vão emitir nota afirmando que é “inadmissível que, em uma democracia, em pleno século 21, cidadãos aptos a votar sejam impedidos de exercer seu direito de forma deliberada, tendenciosa e nefasta”. O texto é assinado pelos presidentes Sérgio Nobre, Miguel Torres, Ricardo Patah, Adilson Araújo, Sonia Zerino, Antonio Neto e Antonio Gozze.

Segundo as centrais, é o que se presenciou “neste 25 de outubro, dia do segundo turno da eleição presidencial”, com denúncias de eleitores que relataram problemas de transporte em diversas cidades, o que contraria determinação do STF. A nota cita restrições não só em ônibus urbanos, mas também em voos e em barcas no rio Amazonas, e pede esclarecimento imediato das denúncias e garantia de que nenhum eleitor seja prejudicado.