Bruxelas quer cortar a China da lista de fornecedores, e o setor privado diz: “nem sei se consigo”
Três novas ferramentas da UE miram Pequim sem citar o nome, e as empresas já avisam que a conta não fecha.

A Comissão Europeia prepara três novas medidas de “desriscamento” para apresentar em dezembro. Nenhuma delas nomeia a China, mas o objetivo declarado é reduzir a dependência de Pequim e permitir que a UE reaja numa eventual guerra comercial.
Uma das ferramentas, batizada de DiversifyEU, poderia obrigar setores-chave a diversificar fornecedores, via tarifas ou vantagens em contratos públicos e subsídios. Associações industriais já chamam de excesso regulatório e alertam para custos mais altos e decisões impossíveis.