Brasil Bitcoin jura que tá tudo bem, mas na Justiça admitiu que Cariani pesou no resultado
Corretora se afasta do influenciador preso, sócio minoritário diz que nunca foi consultado e o registro no Banco Central vence nesta sexta.

A corretora Brasil Bitcoin disse que o contrato com o influenciador Renato Cariani, alvo de pedido de prisão do Ministério Público de São Paulo, não está mais ativo. O CEO Jorge Almeida garantiu que não há problema para os investidores. A defesa de Cariani tem 30 dias para se manifestar sobre a acusação.
Só que na véspera a própria corretora apresentou à Justiça de São Paulo um documento que admite que parcelamentos de impostos retroativos e o patrocínio com Cariani pressionaram o resultado de 2026. O sócio minoritário Erick Crus, dono de 40%, diz que nunca foi consultado sobre a contratação. Brasil 8 e Brasil Bitcoin têm CNPJs distintos e o registro no Banco Central vence nesta sexta.