Apple diz basta: funcionário não pode apostar no que sabe do iPhone
As apostas vão da primeira neve de uma cidade às cores do novo aparelho, e a empresa acabou com a brincadeira do lado de dentro.

A Apple mandou recado duro para quem trabalha lá (funcionário ou contratado): nada de usar informação privilegiada para apostar em mercados de previsão. Na prática, quem quiser transformar o que sabe do próximo iPhone em lucro rápido vai lidar com a empresa, não só com a plataforma.
Esses mercados operam na zona cinzenta da lei dos jogos de azar dos Estados Unidos e aceitam apostas de tudo, da primeira neve de uma cidade às cores dos novos iPhones. A Apple considera o uso de informação interna insider trading e passa a poder agir contra o violador do lado dela, mesmo com regra própria do Polymarket no meio.