Anthropic quer montar um deus de silício e o resto é detalhe: o plano de negócio é torrar tudo em computação
O documento que a empresa entregou para abrir capital confessou o óbvio: não dá pra economizar em computação e sobreviver.

A Anthropic apresentou seu S-1, o documento oficial para abrir capital na Bolsa, e quem leu com atenção percebeu o plano real: gastar o máximo possível em computação para manter o crescimento dramático, ou morrer tentando.
A própria justificativa da empresa é que fazer coisas que parecem tentativa de construir um deus de máquina é o único jeito de não ir à falência. Traduzindo: a margem de lucro está no futuro, e o futuro é caro.