Amnistia pede soltura de ativista cubana e Havana segue de costas: faltam até os dados
Sayli Navarro Álvarez, cofundadora das Damas de Blanco, é apontada como presa de consciência, mas nem o processo dela apareceu.

A Anistia Internacional pediu a soltura da ativista cubana Sayli Navarro Álvarez, classificando-a como “presa de consciência” numa publicação de 2 de novembro na campanha #CubaSinRepresión. Ela é apresentada como cofundadora das Damas de Blanco, grupo formado por familiares de 75 opositores presos na Primavera Negra de 2003.
A organização não informou a causa judicial, o local da detenção, a pena aplicada nem a data da prisão. A publicação trouxe foto da ativista com bandeira cubana e o pedido de libertação, sem resposta das autoridades cubanas.