Acadêmico brasileiro vai até China apagar incêndio que ninguém acendeu
Universidades chinesas queriam saber o que a eleição brasileira significa para Pequim, e o Brasil mandou um professor de relações internacionais explicar.

O acadêmico Matias Spektor passou as últimas semanas visitando universidades chinesas em Pequim e Hangzhou, incluindo Tsinghua, Renmin e a Academia Chinesa de Ciências Sociais. O tema de todas as conversas: o que a eleição brasileira pode significar para a relação com a China.
Spektor argumentou que, quem quer que vença, Lula ou Flávio Bolsonaro, a interdependência econômica com Pequim não muda, porque os laços vão além do governo federal, passando por Estados e empresas. Analistas chineses concordam: o comércio bilateral de grande volume continua, com ou sem mudança no Planalto.