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Saúde+ · SUS e hospitais

A IA redigiu 1.274 resumos de alta e um em cada quatro esqueceu informação importante

Já são 18% dos estabelecimentos de saúde no país usando a ferramenta, e a conta do erro continua caindo no médico.

Por Gabriela Araujo ·

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A IA redigiu 1.274 resumos de alta e um em cada quatro esqueceu informação importante
Imagem: Reprodução/Terra Saúde

A inteligência artificial já está presente em 18% dos estabelecimentos de saúde no Brasil, segundo a TIC Saúde 2025, e a tecnologia amplia os desafios éticos e jurídicos da relação médico-paciente. Para o especialista em Direito Médico José Luiz Barbosa Pimenta Jr., o uso da IA não cancela deveres de sempre: informação ao paciente, autonomia, consentimento e responsabilidade profissional.

Um estudo da JAMA Network Open analisou 384 altas hospitalares e 1.274 resumos produzidos por IA: 25% tinham omissões de informações importantes e 20% continham dados imprecisos. O Conselho Federal de Medicina regulamentou o uso na prática médica, exigindo decisão humana final, transparência, registro em prontuário e proteção de dados sensíveis.