A IA carregou a bolsa em setembro. Em outubro, carregaram a IA em maca.
O resto do mercado virou as costas para as Big Tech, e a festa da inteligência artificial terminou mais rápido que o café de cantina.
A alta da inteligência artificial foi o que sustentou a bolsa americana em setembro. Em outubro, a mesma operação virou o contrário: a queda da IA virou o carro-chefe da queda, com o resto do mercado deixando as Big Tech para trás.
O movimento encerra um recuo histórico das grandes empresas de tecnologia, que antes puxavam tudo sozinhas. Detalhe do enredo: quem em setembro só via alta em IA, em outubro só vê a maca passando na porta.