A foto que a mãe tirou dos olhos amarelados do bebê revelou doença rara no fígado
Oscar tinha 5 meses quando a mãe mandou a imagem ao pediatra; hoje, aos 3 anos, ele perde noites em claro por causa de uma coceira que não vai embora.

Oscar tinha cinco meses quando a mãe, Keila Mattos, 32, notou que a parte branca dos olhos do filho estava amarela e mandou uma foto ao pediatra. A investigação terminou no diagnóstico de colestase intra-hepática familiar progressiva (PFIC) tipo 2, uma doença genética rara que atrapalha o transporte da bile no fígado.
Hoje, aos 3 anos, o menino convive com coceira intensa, principalmente nos pés e durante a noite, que pode deixá-lo por horas sem conseguir dormir. Segundo a mãe, foi o acesso a especialistas e a condição de pagar consultas e exames que permitiu chegar rápido ao diagnóstico, cuja confirmação trouxe medo sobre a evolução da doença.